Do que é feita?
Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.
Contém vírus inativados (mortos) da raiva, maltose, albumina humana, cloreto de sódio e água para injeção. Pode conter traços de estreptomicina, neomicina e polimixina B, antibióticos usados no cultivo do vírus vacinal.
Esquemas de doses:
- Pré-exposição: três doses, com intervalos de 7 e 21 ou 28 dias após a primeira aplicação (0-7-21 ou 28).
- Pós-exposição: quatro doses, dependendo da situação do animal e do tipo e local do ferimento ou lambedura. O uso de soro ou imunoglobulinas antirrábicos pode ser necessário e está disponível no serviço público de Saúde.
Via de aplicação:
Intramuscular.
Cuidados antes, durante e após a vacinação:
Como a raiva é uma doença grave e letal, é crucial a avaliação e acompanhamento por um profissional de Saúde. Acidentes com animais devem ser notificados. Pessoas com indicação de esquema de pré-exposição devem realizar dosagens periódicas de anticorpos para determinar a necessidade de doses de reforço. Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou. Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes devem ser investigados para verificação de outras causas.
Efeitos e eventos adversos:
Dor, coceira e inchaço no local de aplicação, além de erupção cutânea semelhante a urticária, são relatados em 15% a 25% dos vacinados.
Onde pode ser encontrada:
Nas Unidades Básicas de Saúde e nos serviços privados de vacinação.

Muito além de aplicar vacinas
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